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Sustainable tourism in Saco do Mamangua – Paraty

The Saco do Mamangua’s tropical fjord is a way to have a sustainable tourism nowadays. If you want peaceful and glorious vacations, this is the perfect place for you. It takes you only four hours from São Paulo and 3 hours from Rio de Janeiro, to get to Paraty. This wonderful fjord is accessible through a sea route, by boat from Paraty Mirim, that takes around 45 minutes, or from Paraty, that takes around 1h30 minutes.
The Saco do Mamanguá is an area of environmental protection of Cairuçú and the Natural Reserve of Juatinga. This tropical fjord strait is approximately 8 km long by 2 km wide, surrounded by high mountains, the Peak Cairuçú is 1070m, but the best known is the peak of Sugar Loaf, 400m, one of the best known landscapes of the region, with its geological formation resembling the shape of a breast, is considered an inspiration for the possible origins of the name Mamanguá.
In the fjord, people are into practice a sustainable tourism, including the people living in it. They do it to protect the natural beauties of the place, preserve the biodiversity in it, because if it was built a marina in the end of the fjord to park yatchs, for example, it would reduce the catch for fishers and the oil from the boats would either end up at the end of the fjord or at the ocean.
Many people opposed this project of the construction of the marina, but some actually favor it. Lots of people living in the fjord are unemployed, so they wanted the marina to get a job, for example pumping gas or guarding yatchs for the owners, but this would affect Saco do Mamangua a lot. To solve this problem, unemployed people could start promoting ecoturism. They could work as guides for visitors and guide them throught this beautiful tropical fjord.
In this tropical fjord, there is a swamp in the end of it, where there grows the caixeta trees, where lots of artisans get the raw material to make little boats to sell to the tourists. If you visit the Saco do Mamangua, I would recommend you to see one of the artisans doing one of these little boats, because it may seem simple, but it is very difficult. Lots of local artisans settled an exposition in the federal government’s Edison Carneiro Folklore Museum in Rio de Janeiro, last year.
by: beatriz


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Paraty, Brazil

Acordei naquela tempestade de beleza, com as ondas batendo nos meus pés e a maciez da areia penetrando o meu corpo, como um dos mais belos sonhos imagináveis.
Estava ao lado das pessoas que mais amava, a minha família, ou como diziam os conhecidos “a grande família”, aquela conhecida por ser a mais unida e amável da região. Era mais uma de nossas aventuras, e por sua vez, esta foi uma das que mais me marcou.
Passeamos por grande parte do reino atlântico e acampamos em uma praia em Paraty, conhecida como O Saco do Mamanguá, se é que me lembro bem. Passamos a tarde pescando e aproveitando as outras belezas naturais.
Quando a noite chegou fizemos uma fogueira e contamos histórias de momentos constrangedores e determinantes que passamos anteriormente, e aquele frio na barriga tomava conta de mim, com medo de que um dia eu iria perdê-los.
Agora escrevo, aos 80 anos de vida, sobre mais uma lembrança que ficou em minha memória sobre os belos anos que vivenciei durante minha longa jornada, e as saudades que batem no meu peito, a cada dia mais, daqueles que amo, e que nunca deixarei de amar, independente do lugar onde estão neste momento.
Mas me alivia um pouco saber que, mesmo que eu não os veja, eles estão ao meu lado, acompanhando cada passo que dou e cada caminho que sigo, como a fluidez das águas de Paraty, sempre determinadas, e mesmo que as vezes hajam alguns obstáculos e caminhos errados a aparecer, isso não atrapalha a sua continuação, porque são com os erros que aprendemos a fazer o que é certo, e o mesmo acontece na vida, porque sei que se eu me for hoje, amanhã, ou daqui a alguns meses ou anos, estarei satisfeito com a vida que levei e não me arrependo de nenhum erro que cometi, porque sei que cada um deles me fez aprender melhor com a vida, e ser quem sou.
E é por esse, e por muitos outros motivos, que me relaciono tão bem à maravilhosa praia de Paraty, porque a vida é como uma aventura, às vezes nos encanta e nos faz querer pular de alegria, e outras vezes nos decepciona, como quando nos arrependemos de erros cometidos e queremos voltar atrás, ou quando a tristeza penetra profundamente em nossas almas. E assim, é importante pensar que tudo faz parte da vida, e se estamos vivendo, não devemos nos deixar levar por uma tristeza, e sim, aproveitar todas as maravilhas que podemos, até o último segundo.


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Paraty-brasil

Estava organizando algumas caixas no meu quarto para o grande dia da mudança tão esperada, quando me deparei com a foto daquela praia, é, me lembro bem onde foi tirada, em Paraty, e todos estavam presentes. Lembrei-me das férias que passei com meus amigos naquela cidadezinha, com dias maravilhosos nas praias do Saco do Mamanguá.
Aquela casinha á beira mar, encantou a todos. Ela era branca com janelas amarelas. Todas as noites fazíamos uma fogueira e comíamos marshmallow, naquela brisa de verão, aproveitávamos a bela paisagem, contando histórias de terror e todos morriam de medo. Cada dia uma aventura diferente, uma história para contar.
Cada aventura em Paraty era tão encantadora, mas no lugar onde vivo hoje, as coisas não são bem assim. A única aventura é sair de casa e chegar vivo. Moro numa megalópole, onde as pessoas não tem tempo para nada nem para ninguém, só para si mesmos. Cada dia é um novo dia, uma nova aventura, e tudo em função do dinheiro. Esta cidadezinha no interior do Rio de Janeiro é um refugio da cidade grande, de tudo e de todos, onde podemos descansar e esquecer dos problemas que enfrentamos. Onde podemos fazer de tudo que não podemos fazer, pelas limitações que há nesta megalópole chamada São Paulo.
Fizemos tudo o que nos deu vontade fazer. Fomos a várias praias, lindas como nunca, e desertas como sempre. Nadávamos como peixes livres de seus aquários, e passávamos momentos incríveis, observando criaturas marinhas, o trabalho de moradores da região, a cultura e os costumes de lá.
Tudo era tão encantador e a felicidade era tanta que parecia que todos os dias eu flutuava por aquela região maravilhosa, seus bosques e vales, sua biodiversidade e sua bela cidade com suas casas com janelas coloridas e suas ruas de pedra. Aproveitamos cada minuto naquele lugar como se fosse o último, mas a única coisa que sobrou, foram as lembranças.
by: beatriz


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Paraty - Brazil

Mais que um sonho.
A praia de diamantes foi o lugar mais especial pelo qual eu passei. O Saco do Mamanguá era uma tempestade de beleza, pois tinha um doce céu, um mar diamantino e uma visão paradisíaca. Quando entrei nesse sonho, o tempo corria sem sair do lugar, eu sentia como se já conhecesse aquele horizonte há anos, por causa do cheiro do mar, da brisa do vento, da felicidade que se sente, mas não conhecia, pois nunca havia me cegado antes com aquelas vegetações, e com tudo o que tinha de bom.
Naqueles instantes de felicidade e harmonia, Paraty era a luz que me iluminava. Era só nisso que eu pensava como aquele lugar era bonito, e nem todo mundo consegue apreciá-lo de boa maneira, pois muitos desmatam, poluem, estragam aquele éden; esses meus pensamentos, minutos depois viraram miniaturas perto da imensidão do braço mar.
Paralelamente com tudo que estava ocorrendo ao meu redor, me vinha à cabeça, idéia da minha cidade, a maior metrópole do Brasil, São Paulo.
Do mesmo modo como eu falava que a cidade do Rio de Janeiro, era a luz dos meus olhos, a única idéia que me ocorria na cabeça eram as imagens da grande metropole que eu habito.
Essa metropole é o oposto de tudo que faz bem, em São Paulo, o tempo não passa, mas estamos sempre fora do lugar; lá vivemos sem ligação com a natureza, e o ambiente, só pensamos nas obrigações, na poluição, nos problemas, nas preocupações, etc.
Depois disso, posso dizer que escrever essa crônica me lembrou o mar de felicidades que era aquele, e que no final das contas virou um refúgio. Cada vez que tocava a água, percebia como aquele momento parecia surreal. Quando saí da sonolência, havia perdido tudo, aqueles momentos, aquelas sensações, absolutamente tudo de quando estava lá. Só me restaram lembranças.

By:Priscilla


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Saco do Mamanguá - Paraty - Brazil

Saco do Mamanguá is a wonderful place, it is a tropical fjord (only in Brazil), also a stretch of sea which comes inland with 8 km in length approximately. All this beautiful scenery and margin by steep mountains occupied by Atlantic Rain Forest and populated by a community of caiçaras (fishermen, craftsmen and farmers) still maintains its way of life, further enriching the living in this tropical paradise. Its bottom is the largest and most preserved of mangrove bay (real marine nursery) of “Big Island’’.
Located south of Paraty-Mirim its access is possible by boat or trails. The caiçaras have traditional activities, as art work, fishing craft and manufacturing handicrafts in Caixeta.
Appreciate the exuberance of the landscape of the comfort of a chaise longue, to explore the inviting and always calm sea in a canoe or boat… to coexist with an explosion of smells and colors in the Atlantic forest walks, hiking up the top of the hills.
If you go there, and have a chance to talk to a Caiçara, you will get to know its peculiarities, its culture, and its habits.

By:Priscilla