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Paraty

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Worth visiting!

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If you’re the type of person who loves to travel, but still, is frequently worried, on being sustainable, we have the perfect trip package for you. Come to meet the beauties of Saco do Mamanguá, a tropical fjord, located 1h30 minutes from Paraty, and just a few quilometers from Paraty Mirim. Very rich in megadiversity, it also contributes to and make the lives of people who live in the region, in the case the caiçaras. While getting to one of the paradisiacal beaches in the fjord, you may be able to spot the habitants of the region while doing their activities; which include: fishing, handcrafts with the “caixeta” wood, and although its not possible to see, they nurse shrimp at the very end of Saco do Mamanguá.
Recently there has been a discussion around the approval of the construction of a private and luxurious marina, in the region. Its construction will not only unstabilize the local ecossystems and megadicersity, but will affect the caiçaras life, work and homes. That’s why the practice of sustainable tourism is so important. It does not only benefit you,but also benefits the life of people who live there, and who everytime are eager to show one of the biggest beauties in Brasil, knowing that they run the risk of losing it.
Supporting sustainable tourism is an act that will preserve socially, economically, culturally and naturally the beautiful place that Saco do Mamanguá is. Preserve natural beauties, support sustainable tourism!
By: Luisa


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Sustainable tourism in Saco do Mamangua – Paraty

The Saco do Mamangua’s tropical fjord is a way to have a sustainable tourism nowadays. If you want peaceful and glorious vacations, this is the perfect place for you. It takes you only four hours from São Paulo and 3 hours from Rio de Janeiro, to get to Paraty. This wonderful fjord is accessible through a sea route, by boat from Paraty Mirim, that takes around 45 minutes, or from Paraty, that takes around 1h30 minutes.
The Saco do Mamanguá is an area of environmental protection of Cairuçú and the Natural Reserve of Juatinga. This tropical fjord strait is approximately 8 km long by 2 km wide, surrounded by high mountains, the Peak Cairuçú is 1070m, but the best known is the peak of Sugar Loaf, 400m, one of the best known landscapes of the region, with its geological formation resembling the shape of a breast, is considered an inspiration for the possible origins of the name Mamanguá.
In the fjord, people are into practice a sustainable tourism, including the people living in it. They do it to protect the natural beauties of the place, preserve the biodiversity in it, because if it was built a marina in the end of the fjord to park yatchs, for example, it would reduce the catch for fishers and the oil from the boats would either end up at the end of the fjord or at the ocean.
Many people opposed this project of the construction of the marina, but some actually favor it. Lots of people living in the fjord are unemployed, so they wanted the marina to get a job, for example pumping gas or guarding yatchs for the owners, but this would affect Saco do Mamangua a lot. To solve this problem, unemployed people could start promoting ecoturism. They could work as guides for visitors and guide them throught this beautiful tropical fjord.
In this tropical fjord, there is a swamp in the end of it, where there grows the caixeta trees, where lots of artisans get the raw material to make little boats to sell to the tourists. If you visit the Saco do Mamangua, I would recommend you to see one of the artisans doing one of these little boats, because it may seem simple, but it is very difficult. Lots of local artisans settled an exposition in the federal government’s Edison Carneiro Folklore Museum in Rio de Janeiro, last year.
by: beatriz


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Paraty, Brazil

Acordei naquela tempestade de beleza, com as ondas batendo nos meus pés e a maciez da areia penetrando o meu corpo, como um dos mais belos sonhos imagináveis.
Estava ao lado das pessoas que mais amava, a minha família, ou como diziam os conhecidos “a grande família”, aquela conhecida por ser a mais unida e amável da região. Era mais uma de nossas aventuras, e por sua vez, esta foi uma das que mais me marcou.
Passeamos por grande parte do reino atlântico e acampamos em uma praia em Paraty, conhecida como O Saco do Mamanguá, se é que me lembro bem. Passamos a tarde pescando e aproveitando as outras belezas naturais.
Quando a noite chegou fizemos uma fogueira e contamos histórias de momentos constrangedores e determinantes que passamos anteriormente, e aquele frio na barriga tomava conta de mim, com medo de que um dia eu iria perdê-los.
Agora escrevo, aos 80 anos de vida, sobre mais uma lembrança que ficou em minha memória sobre os belos anos que vivenciei durante minha longa jornada, e as saudades que batem no meu peito, a cada dia mais, daqueles que amo, e que nunca deixarei de amar, independente do lugar onde estão neste momento.
Mas me alivia um pouco saber que, mesmo que eu não os veja, eles estão ao meu lado, acompanhando cada passo que dou e cada caminho que sigo, como a fluidez das águas de Paraty, sempre determinadas, e mesmo que as vezes hajam alguns obstáculos e caminhos errados a aparecer, isso não atrapalha a sua continuação, porque são com os erros que aprendemos a fazer o que é certo, e o mesmo acontece na vida, porque sei que se eu me for hoje, amanhã, ou daqui a alguns meses ou anos, estarei satisfeito com a vida que levei e não me arrependo de nenhum erro que cometi, porque sei que cada um deles me fez aprender melhor com a vida, e ser quem sou.
E é por esse, e por muitos outros motivos, que me relaciono tão bem à maravilhosa praia de Paraty, porque a vida é como uma aventura, às vezes nos encanta e nos faz querer pular de alegria, e outras vezes nos decepciona, como quando nos arrependemos de erros cometidos e queremos voltar atrás, ou quando a tristeza penetra profundamente em nossas almas. E assim, é importante pensar que tudo faz parte da vida, e se estamos vivendo, não devemos nos deixar levar por uma tristeza, e sim, aproveitar todas as maravilhas que podemos, até o último segundo.


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Paraty-brasil

Estava organizando algumas caixas no meu quarto para o grande dia da mudança tão esperada, quando me deparei com a foto daquela praia, é, me lembro bem onde foi tirada, em Paraty, e todos estavam presentes. Lembrei-me das férias que passei com meus amigos naquela cidadezinha, com dias maravilhosos nas praias do Saco do Mamanguá.
Aquela casinha á beira mar, encantou a todos. Ela era branca com janelas amarelas. Todas as noites fazíamos uma fogueira e comíamos marshmallow, naquela brisa de verão, aproveitávamos a bela paisagem, contando histórias de terror e todos morriam de medo. Cada dia uma aventura diferente, uma história para contar.
Cada aventura em Paraty era tão encantadora, mas no lugar onde vivo hoje, as coisas não são bem assim. A única aventura é sair de casa e chegar vivo. Moro numa megalópole, onde as pessoas não tem tempo para nada nem para ninguém, só para si mesmos. Cada dia é um novo dia, uma nova aventura, e tudo em função do dinheiro. Esta cidadezinha no interior do Rio de Janeiro é um refugio da cidade grande, de tudo e de todos, onde podemos descansar e esquecer dos problemas que enfrentamos. Onde podemos fazer de tudo que não podemos fazer, pelas limitações que há nesta megalópole chamada São Paulo.
Fizemos tudo o que nos deu vontade fazer. Fomos a várias praias, lindas como nunca, e desertas como sempre. Nadávamos como peixes livres de seus aquários, e passávamos momentos incríveis, observando criaturas marinhas, o trabalho de moradores da região, a cultura e os costumes de lá.
Tudo era tão encantador e a felicidade era tanta que parecia que todos os dias eu flutuava por aquela região maravilhosa, seus bosques e vales, sua biodiversidade e sua bela cidade com suas casas com janelas coloridas e suas ruas de pedra. Aproveitamos cada minuto naquele lugar como se fosse o último, mas a única coisa que sobrou, foram as lembranças.
by: beatriz


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Paraty - Brazil

Mais que um sonho.
A praia de diamantes foi o lugar mais especial pelo qual eu passei. O Saco do Mamanguá era uma tempestade de beleza, pois tinha um doce céu, um mar diamantino e uma visão paradisíaca. Quando entrei nesse sonho, o tempo corria sem sair do lugar, eu sentia como se já conhecesse aquele horizonte há anos, por causa do cheiro do mar, da brisa do vento, da felicidade que se sente, mas não conhecia, pois nunca havia me cegado antes com aquelas vegetações, e com tudo o que tinha de bom.
Naqueles instantes de felicidade e harmonia, Paraty era a luz que me iluminava. Era só nisso que eu pensava como aquele lugar era bonito, e nem todo mundo consegue apreciá-lo de boa maneira, pois muitos desmatam, poluem, estragam aquele éden; esses meus pensamentos, minutos depois viraram miniaturas perto da imensidão do braço mar.
Paralelamente com tudo que estava ocorrendo ao meu redor, me vinha à cabeça, idéia da minha cidade, a maior metrópole do Brasil, São Paulo.
Do mesmo modo como eu falava que a cidade do Rio de Janeiro, era a luz dos meus olhos, a única idéia que me ocorria na cabeça eram as imagens da grande metropole que eu habito.
Essa metropole é o oposto de tudo que faz bem, em São Paulo, o tempo não passa, mas estamos sempre fora do lugar; lá vivemos sem ligação com a natureza, e o ambiente, só pensamos nas obrigações, na poluição, nos problemas, nas preocupações, etc.
Depois disso, posso dizer que escrever essa crônica me lembrou o mar de felicidades que era aquele, e que no final das contas virou um refúgio. Cada vez que tocava a água, percebia como aquele momento parecia surreal. Quando saí da sonolência, havia perdido tudo, aqueles momentos, aquelas sensações, absolutamente tudo de quando estava lá. Só me restaram lembranças.

By:Priscilla


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Saco do Mamanguá - Paraty - Brazil

Saco do Mamanguá is a wonderful place, it is a tropical fjord (only in Brazil), also a stretch of sea which comes inland with 8 km in length approximately. All this beautiful scenery and margin by steep mountains occupied by Atlantic Rain Forest and populated by a community of caiçaras (fishermen, craftsmen and farmers) still maintains its way of life, further enriching the living in this tropical paradise. Its bottom is the largest and most preserved of mangrove bay (real marine nursery) of “Big Island’’.
Located south of Paraty-Mirim its access is possible by boat or trails. The caiçaras have traditional activities, as art work, fishing craft and manufacturing handicrafts in Caixeta.
Appreciate the exuberance of the landscape of the comfort of a chaise longue, to explore the inviting and always calm sea in a canoe or boat… to coexist with an explosion of smells and colors in the Atlantic forest walks, hiking up the top of the hills.
If you go there, and have a chance to talk to a Caiçara, you will get to know its peculiarities, its culture, and its habits.

By:Priscilla


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Paraty, Brazil

Imaginário ou realidade?

Meus olhos e minha mente ficaram fissurados naquela imagem, era real? Só tinha certeza de uma coisa, era lindo!
Som de conchas do mar em autofalantes, plano de fundo em relevo verde, o espelho do céu calminho... e o mais envolvente, aquela pessoa sentada à minha frente, com a experiência esculpida nas mãos, ganhava a vida com cortes. Imagem que nunca teríamos em São Paulo. O stress da cidade faz com que as pessoas não tenham tempo nem de olhar para quem ou o que está à nossa volta. Ficamos nervosos porque a calça não está passada, porque o carro está sem gasolina e o portão elétrico do prédio não quer abrir. Sem falar de quando ligamos para os bancos e eles estão sem sistema, ou quando a luz do bairro todo é cortada porque, uma das únicas árvores restantes, caiu e danificou um fio elétrico.
Pensar que existe uma pessoa que não precisa de nada disso, apenas das folhas de metal espalhadas sobre um pano listrado, os troncos quase todos retalhados e aquela miniatura de barco.
As folhas, vindas das ramificações das árvores, eram perfeitamente contornadas, a cor vibrante e o degrade refletiam à luz do sol.
Quando olhei para a miniatura de barco pensei, um dia isso já foi um dos outros pedacinhos de tronco que estavam ali ou aquela árvore que caiu no meu bairro. Quando olhei para o sol pensei, nossa, a luz amarela do teto da minha casa, que já foi cortada, também estava lá, só que em grande escala, iluminando tudo e todos.

By:Leticia


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Saco Mamangua, Paraty, Brazil.

SACO DO MAMANGUA

Saco do Mamangua, is a tropical fjord located in the south of Paraty-Mirim. Only four hours from Sao Paulo and three in Rio de Janeiro. The tranquility surrounded by beauty on all sides. The beach of fine sand and coconut trees is worried only the most visible part of that plan in place all the details to provide an unparalleled stay. 
Appreciate the exuberance of the landscape, explore the always calm and inviting ocean by canoe or boat, hiking to the top of hills and waterfalls of baths, and even learn a little of the traditional culture of the people who live there.
The stretch of sea which comes straight inland with 8 km in length approximately 1 km wide, with high mountains on both sides and the bottom is the largest and most preserved of mangrove bay of Ilha Grande.
One of the highest mountain is called Sugar Loaf, with about 400m in height there you can enjoy all the beauty of the native vegetation of the region.
Today the caiçaras live basically of their handicraft works, fishing, agriculture, and tourism.
It is a wonderful place to have direct contact with nature, and for you to think and relax.

By:Leticia


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Cronica de Paraty

Espaço zen

Depois de tanto esforço e caminhada, nos chegamos lá: um lugar paradisíaco e encantador, calmo como uma ilha deserta, puro como um cristal e tão bonito quanto o que há de mais belo. Uma paisagem única e maravilhosa, um infinito oceano barrado com um muro de pedras naturais, um oceano infinito como o céu e limpo como um cristal.

O mar era lindo e salgado, como a sopa da minha vó, ai que delícia! Eu estava vendo todos brincando como crianças e nadando como golfinhos, eu estava concentrada no vento batendo em meus cabelos que nem sequer podia lembrar da vida caótica em São Paulo e do trânsito infernal.

Respirar aquele ar puro com cheiro de natureza me fazia muito bem eu estava em um espaço zen sem nada para me atrapalhar, foi uma viagem inesquecível! Sentirei saudades de tudo: das aventuras, da natureza belíssima, dos animais exóticos e de tudo. Parati, Parati… sentirei saudades de ti !


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Crônica de paraty

Ao sair de São Paulo, fico embelezado com as casas de Paraty, lindas, cheias de cores, tranqüilas. Fiquei todo bobo com a beleza de lá.
Na chegada ao hotel, me espanto com a tranqüilidade dos moradores: calmos, pensando em nada, só em coisas alegres. Tudo é bonito, os telhados são charmosos e simples, a calçada é detalhadamente construída, e eu sempre penso em como é viver lá.
Pensei que esse lugar fosse de outro jeito, igual a todas cidades brasileiras, mas não, é diferente de São Paulo e de qualquer outro lugar no mundo. É único! É a oitava maravilha do mundo. É Paraty.
Olhando para o mar, você pode se ver e até mesmo definir a cor da areia, você consegue enxergar qualquer mínimo detalhe, até as unhas de seus pés. Saindo da água, seus passos vão sendo amortecidos pela areia fofa, o sol te seca em um instante, e aí é só relaxar.
Paraty foi um dos lugares mais bonitos que já conheci, espero voltar lá para apreciar aquela maravilha e escrever mais para vocês.